sábado, 9 de abril de 2011

E ela olha para a figura pálida no espelho, é a última tentativa. Aos poucos se lembra como foi sua jornada até aquele momento, analisa cada minuto que passou minuciosamente. Nenhuma saudade ou arrependimento do que passou. E todos aqueles sorrisos forçados, que a machucavam como uma adaga, e todos aqueles ferimentos feitos para tentar matar o que tinha por dentro. Agora tudo virou cinza. Se aproxima do espelho, dá mais uma olhada naquela coisa pálida, com aparência repugnante. Lentamente levanta o revólver, e o coloca no céu da boca. Mais um momento de reflexão. Sem esperanças, puxa o gatilho. E os pedaços do crânio daquilo que um dia foi Elizabeth, agora estão espalhados pelo chão do quarto.

2 comentários:

  1. gostei muito dos seus posts!
    Obrigada po seguir: "INSPIRAÕES À PARTE".
    Estou seguindo de volta!
    ps: fico feliz que goste do PARAMORE.

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  2. Obrigado por me seguir de volta.
    Eu que fico feliz por ter alguém que dedique um grande espaço em seu blog para falar do Paramore. Me sinto envergonhada de amar tanto eles, e não fazer isso.

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