terça-feira, 29 de março de 2011

Queria poder ser só eu e a solidão. Minha capacidade de machucar as pessoas é incompreensível até por mim mesma. Concluo então, que seria mais fácil para todos se minha existência insignificante, fosse reduzida a apenas eu e a solidão. A solidão é mal compreendida por todos, porque muitos poucos tem a capacidade de suporta-lá, e torna-lá agradável em seus dias. Sinto-me lisonjeada pelo fato de ser escolhida pela solidão para ser sua casa e refugio, a presença dela se tornou tão digna de minha pessoa, que a dor que essa deveria causar-me, não me afeta mais, os punhais cravados nas minhas costas são suportáveis. Defendo minha amiga solidão da melhor maneira que consigo, pois o que seria de mim sem ela? Quando ela resolve me deixar por cerca de poucos segundos, fico inquieta aguardando sua volta. A voz dela é tão apreciada por mim, como a voz do silêncio que também é adorado por minha pessoa. Minha grande amiga solidão, conseguiu esse posto, ao conseguir o feito de abrir meus olhos para a falsidade e ignorância existentes nesse mundo, onde não espera ficar por muito tempo, pois me sinto esgotada de tudo e de todos.

6 comentários:

  1. Adorei teu blog viu?!
    Acabei de ver você divulgando ele na Comu palavras ao vento...to te segundo, me segue de volta?!
    Beijos flor..

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  2. A mim, leitora, concluo: O que mais te atrai na solidão não é o contato com ela, e sim com você mesmo. Você e si mesma em ligação única.
    Boas palavras, Tais. Estou seguindo tbm!

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  3. Obrigada pela conclusão e pelo elogio Mayara. Agradço muito por me seguir.

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  4. que lindo *-*
    poxa , você escreve muito bem , é até um prazer segui-la , bjs linda :*

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  5. Correção de um nome. Obrigada Mayra, desculpe, mas eu realmente tinha lido Mayara. Não sei onde ando com a cabeça. Desculpe-me.

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